PRODUTO

PRANOLAL

cloridrato de propranolol

Apresentação:

Comprimido 10mg

Frasco com 50 comprimidos

Comprimido 40mg

Frasco com 50 comprimidos

Comprimido 80mg

Frasco com 20 comprimidos

FÓRMULA:

Cloridrato de propranolol 10mg, 40mg e 80mg

CLASSE TERAPÊUTICA:

Betabloqueador

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO? PRANOLAL é um betabloqueador indicado para: - Controle de hipertensão (pressão alta). - Controle de angina pectoris (sensação de pressão e dor no peito). - Controle das arritmias cardíacas (alterações no ritmo dos batimentos cardíacos). - Prevenção da enxaqueca (dor de cabeça forte). - Controle do tremor essencial. - Controle da ansiedade e taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos) por ansiedade. - Controle adjuvante da tireotoxicose (aumento da secreção da glândula tireoide) e crise tireotóxica. - Controle da cardiomiopatia hipertró ca obstrutiva (aumento do volume do coração e problemas no seu funcionamento). - Controle de feocromocitoma (tipo de tumor, geralmente benigno, localizado na glândula supra-renal). Neste caso, o tratamento com PRANOLAL deve apenas ser iniciado na presença de um bloqueio alfa efetivo.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? PRANOLAL, assim como outros betabloqueadores, não deve ser utilizado na presença de: - conhecida hipersensibilidade (alergia) ao propranolol e aos outros componentes da fórmula; - hipotensão (pressão baixa); - bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos); - distúrbios graves da circulação arterial periférica (alterações na circulação sanguínea); - síndrome do nó sino-atrial (um tipo de arritmia cardíaca); - feocromocitoma (tipo de tumor, geralmente benigno, localizado na glândula supra-renal) não tratado; - insu ciência cardíaca descompensada (problemas no funcionamento do coração); - angina de Prinzmetal (sensação de pressão e dor no peito em repouso); - choque cardiogênico (problemas graves na circulação do coração); - acidose metabólica (alto nível de ácidos no sangue); - após jejum prolongado; - bloqueio cardíaco de segundo ou terceiro grau (bloqueio nos impulsos elétricos do coração); - histórico de asma brônquica ou broncoespasmo (contrações nos brônquios do pulmão). PRANOLAL não deve ser utilizado por pacientes com predisposição à hipoglicemia, isto é, pacientes após jejum prolongado ou pacientes com reservas contraregulatórias restritas (nível de certos hormônios como glucagon e adrenalina).

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Em caso de cirurgia, informar ao médico anestesista que você está em tratamento com PRANOLAL. Informe seu médico se você tem problemas pulmonares, circulatórios, cardíacos, hepáticos, renais ou de tireoide, ou se teve sintomas de baixa taxa de açúcar no sangue (hipoglicemia). Informe também se você tem diabetes, inchaço nos tornozelos, falta de ar e feocromocitoma (tipo de tumor, geralmente benigno, localizado na glândula supra-renal) que ainda não está sendo tratado com outros medicamentos. Informe ainda se você está de jejum ou se esteve em jejum recentemente. PRANOLAL pode bloquear/modi car os sinais e sintomas da hipoglicemia (baixa quantidade de açúcar no sangue), especialmente taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos). PRANOLAL pode causar hipoglicemia, mesmo em pacientes não-diabéticos, por exemplo, recém-nascidos, lactentes (crianças em fase de amamentação), crianças, pacientes idosos, pacientes submetidos à hemodiálise, pacientes com doença hepática crônica (doença no fígado) e pacientes com superdosagem. Deve-se ter cuidado ao administrar PRANOLAL concomitantemente com terapia hipoglicêmica em pacientes diabéticos. PRANOLAL pode prolongar a resposta hipoglicêmica à insulina. PRANOLAL pode mascarar os sinais da tireotoxicose. Informe seu médico caso você apresente sintomas de redução da frequência cardíaca (diminuição dos batimentos cardíacos). Neste caso pode ser necessária a redução da dosagem. Se você sofre de doença cardíaca isquêmica (problemas no coração devido à circulação de ciente), o tratamento com PRANOLAL não deve ser interrompido de repente. Neste caso ou pode-se substituir o tratamento com PRANOLAL por doses equivalentes de outro medicamento ou suspende-se gradualmente o tratamento com PRANOLAL. Antes de iniciar seu tratamento com PRANOLAL informe seu médico se você possui histórico de reações ana láticas (reações alérgicas). Informe seu médico se você tem problemas com cirrose descompensada. Houve relatos sugerindo que o tratamento com propranolol pode aumentar o risco de desenvolvimento de encefalopatia hepática. Efeitos sobre a capacidade de dirigir automóveis e operar máquinas: o uso de PRANOLAL provavelmente não resultará em comprometimento da capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas. Entretanto, deve ser levado em consideração que ocasionalmente vertigem e fadiga podem ocorrer. Se você sentir um destes sintomas, não deve dirigir automóveis ou operar máquinas. Uso durante a gravidez e lactação - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. PRANOLAL não deve ser administrado durante a gravidez, a menos que seu uso seja essencial. A maioria dos medicamentos da classe do propranolol passa para o leite materno embora em quantidades variáveis. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração desses compostos. Informar ao médico se está amamentando. Este medicamento pode causar doping. Interações medicamentosas - PRANOLAL modi ca a taquicardia da hipoglicemia. Deve-se tomar cuidado ao se instituir o uso de PRANOLAL concomitantemente a tratamento hipoglicêmico em pacientes diabéticos. O propranolol pode prolongar a resposta hipoglicêmica à insulina. Informe seu médico se estiver tomando outros medicamentos betabloqueadores (inclusive colírios) ou outros medicamentos para tratamento de problemas do coração e circulação (anti-hipertensivos, antiarrítmicos, por exemplo, disopiramida e amiodarona), bloqueadores do canal de cálcio (por exemplo, verapamil, diltiazem e nifedipino), agentes simpatomiméticos (por exemplo, adrenalina), cimetidina, hidralazina, ergotamina, diidroergotamina, inibidores da prostaglandina sintetase (por exemplo, indometacina e ibuprofeno), clorpromazina, anestésicos (por exemplo, lidocaína), quinidina, propafenona, rifampicina, teo lina, varfarina, tioridazina, inibidores da MAO (monoaminoxidase), álcool, anti-in amatórios, medicamentos para diabetes, para tratamento de úlcera, para prevenção de trombose das veias, medicamentos para asma, para tuberculose, para enxaqueca e antidepressivos. O resultado do tratamento poderá ser alterado se PRANOLAL for tomado ao mesmo tempo que estes medicamentos. Se você estiver tomando clonidina e PRANOLAL ao mesmo tempo, você não deve parar de tomar a clonidina ou PRANOLAL sem consultar o seu médico. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? Modo de usar - Os comprimidos de PRANOLAL devem ser administrados por via oral, engolidos inteiros com água. Posologia - Adultos - Hipertensão - Dose inicial de 80 mg, duas vezes ao dia, que pode ser aumentada em intervalos semanais, de acordo com a resposta. A dose usual está na faixa de 160-320 mg por dia. A administração em conjunto com diuréticos ou outros medicamentos anti-hipertensivos causa uma diminuição adicional da pressão arterial. O limite máximo diário de administração de PRANOLAL para o tratamento da hipertensão é de 640 mg. Angina, ansiedade, enxaqueca e tremor essencial - Dose inicial de 40 mg, duas ou três vezes ao dia, que pode ser aumentada em igual quantidade, em intervalos semanais, de acordo com a resposta do paciente. Uma resposta adequada para ansiedade, enxaqueca e tremor essencial é geralmente observada na faixa de 80-160 mg/dia e, para angina, na faixa de 120-240 mg/dia. A mínima dose diária para tremor essencial pode ser de 40 mg. O limite máximo diário de administração de PRANOLAL para cada um dos tratamentos listados abaixo é de: Angina pectoris: 480 mg; Ansiedade: 160 mg; Enxaqueca: 240 mg; Tremor: 160 mg. Arritmia, taquicardia por ansiedade, cardiomiopatia hipertró ca obstrutiva e tireotoxicose - Dose de 10 a 40 mg, três ou quatro vezes ao dia. O limite máximo diário de administração de PRANOLAL para cada um dos tratamentos listados abaixo é de: Arritmia: 240 mg; Taquicardia por ansiedade: 160 mg; Cardiomiopatia: 160 mg; Tireotoxicose: 160 mg. Feocromocitoma (PRANOLAL deve ser usado apenas na presença de efetivo bloqueio alfa) - Pré-operatório: recomendam-se 60 mg diários, por três dias. Casos malignos inoperáveis: 30 mg diários. O limite máximo diário de administração de PRANOLAL para o tratamento do feocromocitoma é de 60 mg para pré-operatório e de 30 mg para casos malignos inoperáveis. Tabela - Resumo das doses de PRANOLAL para Adultos (em doses divididas) Dose mínima/dia - Dose máxima/dia - Hipertensão 160 mg / 640 mg - Angina pectoris 80 mg / 480 mg - Arritmias 30 mg / 240 mg - Enxaqueca 80 mg / 240 mg - Tremor 40 mg / 160 mg - Ansiedade 80 mg / 160 mg - Taquicardia por ansiedade 30 mg / 160 mg - Tireotoxicose 30 mg / 160 mg - Cardiomiopatia 30 mg / 160 mg - Feocromocitoma 60 mg (pré-operatório) / 60 mg - 30 mg (manutenção) / 30 mg. Pacientes idosos - A dosagem de PRANOLAL deve ser determinada individualmente, de acordo com a resposta clínica. Crianças - A dose deve ser determinada individualmente. As doses recomendadas são: Arritmias, feocromocitoma, tireotoxicose - Dose de 0,25 a 0,50 mg/kg, três ou quatro vezes ao dia, como for necessário. Enxaqueca - Abaixo de 12 anos: 20 mg, duas ou três vezes ao dia. Acima de 12 anos: a mesma dose de adultos. Insu ciência hepática ou renal - Uma vez que a meia-vida pode ser aumentada em pacientes com insu ciência hepática ou renal signi cativa, deve-se ter cuidado quando estiver iniciando o tratamento e selecionando a dose inicial nestes pacientes. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? PRANOLAL é geralmente bem tolerado. As seguintes reações adversas têm sido relatadas com o uso de PRANOLAL: Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): fadiga (cansaço) e/ou lassitude (relaxamento) frequentemente passageira, bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), extremidades frias, fenômeno de Raynaud (palidez, dormência e dor nos dedos), distúrbios do sono e pesadelos. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): distúrbios gastrointestinais náuseas, vômito e diarreia. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): vertigem (tontura), trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas no sangue), piora da insu ciência cardíaca (problemas no funcionamento do coração), precipitação do bloqueio cardíaco (bloqueio nos impulsos elétricos do coração), hipotensão postural (diminuição da pressão sanguínea ao passar para a posição ereta), alucinações, psicoses (problemas mentais que geralmente causam mudança de personalidade), alterações de humor, confusão, púrpura (manchas na pele), alopecia (queda de cabelo), reações cutâneas psoriasiformes (manchas vermelhas na pele cobertas com escamas), agravamento da psoríase (manchas vermelhas na pele cobertas com escamas), exantema (erupções na pele), parestesia (sensação anormal de picada e formigamento na pele), olhos secos, distúrbios visuais (alterações na visão), broncoespasmo (contração dos brônquios do pulmão) em pacientes com asma brônquica ou história de queixas asmáticas (algumas vezes com resultado fatal). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipoglicemia (diminuição de açúcar no sangue), aumento dos anticorpos antinucleares (ANA) e miastenia grave (fraqueza muscular). Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. A interrupção, quando necessária, deve ser realizada gradualmente e sob supervisão médica. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

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